O gigante espiritual da antiguidade grega
Aristóteles, discípulo de Platão, propôs explicar a mente como um atributo da
forma do corpo humano. Hiliomorfismo. Exemplificando, o cão e o gato possuíram
mentes diferentes devido às diferenças morfológicas de seus organismos. Do
mesmo modo, uma mesa difere de uma cadeira exclusivamente devido às diferenças
formais existentes entre as suas partes constituintes. Assim, para o filósofo
grego, a alma é um subproduto da anatomia do corpo.
O notável psicólogo John Dewey propôs uma
interpretação materialista extremada, o Funcionalismo, alegando que não há
necessidade da suposição de ter o homem uma mente, como coisa, mas simplesmente
funções mentais, para a interpretação correta do comportamento humano. A teoria
psicanalítica de Freud tem uma postura paradoxal materialista, por posturas dualistas
tais como: conversão, projecção, transferência, deslocamento, etc.
Conforme salientou Progroff, os terapeutas têm
olhos e ouvidos de ouvir, costumam observar fenómenos que não são temporais nem
espaciais. William James disse que se houver poderes superiores aptos a impressionar-nos,
eles só poderão obter acesso pela porta sublimal. A morte e o seu posicionamento
filosófico enquadram o conceito de revisão histórica do fenómeno religioso. Ela
é um fenómeno, mas também um acto, mostrando que, esse acto, pode ser estudado
e observado e até explicado.
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